O governador Tarcísio de Freitas confirmou nesta sexta-feira (15) a morte da segunda vítima da explosão registrada no bairro do Jaguaré, na Zona Oeste de São Paulo. A nova fatalidade reabre o debate sobre a fiscalização de obras subterrâneas na capital paulista e amplia a pressão sobre as concessionárias envolvidas no incidente.

Em resposta, o Governo do Estado mantém o cerco às empresas e determinou a paralisação de mais de 30 obras conduzidas pela Sabesp em diferentes pontos de São Paulo. A medida deve permanecer até que sejam concluídas as auditorias de segurança e a apuração de responsabilidades.

Repercussão no Litoral Norte

Embora o episódio tenha ocorrido na capital, a decisão do governo estadual tem peso simbólico para municípios atendidos pela Sabesp no Litoral Norte, como Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba, que dependem da estatal para serviços de saneamento básico. A movimentação política também ocorre em meio à articulação da Caravana 3D, agenda em que Tarcísio tem reforçado anúncios para infraestrutura e saúde no Estado.

O caso segue sob investigação das autoridades, sem previsão para a retomada das obras suspensas.