São Sebastião põe 5 novos veículos no transporte de pacientes
Três vans Renault Master e duas Chevrolet Spin zero quilômetro passam a atender quem precisa viajar para consultas, exames e tratamentos fora do município
O serviço que leva moradores de São Sebastião a consultas, exames e tratamentos em outras cidades passou a contar com cinco veículos novos. A Secretaria de Saúde (Sesau) colocou em operação três vans Renault Master e dois automóveis Chevrolet Spin zero quilômetro, que substituem carros com quilometragem mais alta e já desgastados pelo uso contínuo em viagens longas.
Como funciona a renovação da frota
Os cinco veículos integram um contrato de locação, modelo em que a manutenção e os demais custos operacionais ficam sob responsabilidade da empresa contratada e a frota é trocada anualmente. Na prática, isso reduz o tempo em que um carro fica parado em oficina e dá à Secretaria de Saúde mais previsibilidade para montar as escalas de viagem — um ponto sensível em um serviço que depende de datas marcadas em hospitais e centros de referência de outros municípios.
O que muda para o paciente
Segundo a descrição dos veículos, as vans Renault Master foram preparadas para transporte rodoviário de passageiros e têm ar-condicionado, bancos reclináveis, maior espaço entre as fileiras de assentos, estribo para facilitar o embarque e o desembarque, controle de estabilidade e revestimento de bancos que facilita a higienização.
Já as duas Chevrolet Spin LTZ atendem grupos menores de pacientes e também contam com ar-condicionado, bancos de fácil limpeza, sistema multimídia e espaço interno voltado a percursos de longa distância.
- 3 vans Renault Master — viagens com maior número de pacientes
- 2 Chevrolet Spin LTZ — deslocamentos de grupos reduzidos
- Modelo de contratação — locação com renovação anual e manutenção incluída
Por que isso importa no Litoral Norte
Parte dos procedimentos de média e alta complexidade não é ofertada nos municípios do Litoral Norte, o que obriga pacientes do SUS a viajar para cidades do Vale do Paraíba, da Baixada Santista ou da capital. São deslocamentos que podem consumir várias horas de estrada, frequentemente com pessoas em tratamento continuado, idosos ou acompanhantes. Nesse contexto, itens como ar-condicionado, bancos reclináveis e acesso facilitado ao veículo deixam de ser conforto acessório e passam a influenciar diretamente a condição em que o paciente chega ao atendimento — e em que volta para casa.
A Prefeitura não informou o valor do contrato de locação nem o número de viagens realizadas mensalmente pelo serviço de transporte de pacientes do município.