São Sebastião treina 150 profissionais para reforçar vacinação
Capacitação da Secretaria de Saúde e da Vigilância Epidemiológica começou em 14 de julho e segue até outubro, com foco em padronizar procedimentos em toda a rede municipal.
A rede municipal de saúde de São Sebastião deu início a um amplo programa de capacitação em imunização voltado a cerca de 150 profissionais. As atividades começaram na terça-feira (14/7) e devem se estender até outubro, conforme a Prefeitura, por meio da Secretaria de Saúde (Sesau) e em parceria com a Vigilância Epidemiológica.
O objetivo, segundo o município, é atualizar conhecimentos, padronizar procedimentos e fortalecer as ações de vacinação em todas as unidades da rede pública. A proposta desta edição é abordar a imunização de forma abrangente, diferente de capacitações anteriores, que trataram de imunizantes específicos, como as vacinas contra a dengue, a influenza e a Pneumo 20.
O que os profissionais vão aprender
A programação inclui atualização sobre a Rede de Frio — estrutura responsável pelo armazenamento, transporte e conservação das vacinas dentro dos padrões exigidos pelo Ministério da Saúde. Também estão previstos conteúdos sobre técnicas corretas de aplicação, calendário vacinal, aprazamento, manejo de eventos adversos pós-vacinação e a padronização das rotinas adotadas nas unidades de saúde.
Para a gestão municipal, a iniciativa busca aumentar a segurança dos pacientes, melhorar a qualidade da assistência e assegurar a eficácia dos imunizantes oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Por que a cobertura vacinal importa
A vacinação é apontada por autoridades de saúde como uma das principais estratégias de prevenção. Além de proteger quem recebe as doses, altas coberturas ajudam a resguardar pessoas que não podem ser imunizadas, reforçando a chamada proteção coletiva.
De acordo com o governo federal, a vacinação foi responsável pela erradicação da varíola e da poliomielite no Brasil e pela eliminação da circulação endêmica do sarampo, da rubéola e da síndrome da rubéola congênita — resultados que reforçam a importância da qualificação permanente das equipes e da manutenção das metas de cobertura para evitar o retorno de doenças imunopreveníveis.